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	<title>Loucura Mental &#187; Lendas Urbanas</title>
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<title>Loucura Mental</title>
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		<title>Corpo-seco</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Jul 2010 04:45:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Cooper</dc:creator>
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		<description><![CDATA[orpo-Seco, segundo a lenda, é um homem que passou a vida batendo na mãe.]]></description>
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<p><img class="aligncenter size-full wp-image-10715" title="Lendas Urbanas 9" src="http://loucuramental.com/wp-content/uploads/2010/07/Lendas-Urbanas-9.jpg" alt="" width="600" height="100" />orpo-Seco, segundo a lenda, é um homem que passou a vida batendo na mãe.</p>
<p><span id="more-10714"></span><img class="size-full wp-image-10716 alignleft" title="corposeco" src="http://loucuramental.com/wp-content/uploads/2010/07/corposeco.jpg" alt="" width="167" height="268" />Quando morreu, foi rejeitado por Deus e pelo Diabo, inclusive pela terra que enojada repeliu-o. Um dia, se levantou de sua tumba, completamente podre, e vive grudado em arvores que depois ficam secas.</p>
<p>No interior de São Paulo, há uma variante desta lenda, conta-se que quando uma pessoa passa perto do corpo seco ele pula nela e suga todo seu sangue, se não passar nenhuma pessoa ele vai morrer, porque se alimenta do sangue humano (semelhante a um vampiro). Há ainda relatos do corpo seco no estado do Paraná, Amazonas, Minas Gerais, em alguns países africanos de língua portuguesa, relatados por soldados brasileiros veteranos da missão UNAVEM III e na região Centro-Oeste do Brasil, principalmente.</p>
<p>Até hoje, há o dito popular: &#8220;Quem bate na mãe fica com a mão seca&#8221;.</p>
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		<title>A Lenda do Sim</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Jul 2010 04:55:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Cooper</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Lendas Assustadoras]]></category>
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		<description><![CDATA[Na rua deserta e umedecida pela fina garoa que caía, caminhava a passos largos o homem franzino conhecido como T. Sua pressa tinha um único motivo, não queria perder de forma alguma o jogo do Knicks, torcedor fanático que era.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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<p><img class="aligncenter size-full wp-image-10527" title="Lendas Urbanas 8" src="http://loucuramental.com/wp-content/uploads/2010/07/Lendas-Urbanas-8.jpg" alt="" width="500" height="100" />Na rua deserta e umedecida pela fina garoa que caía, caminhava a passos largos o homem franzino conhecido como T. Sua pressa tinha um único motivo, não queria perder de forma alguma o jogo do Knicks, torcedor fanático que era.</p>
<p><span id="more-10526"></span>Fez o serviço com a destreza habitual já conhecida por seus clientes que o contratavam a peso de ouro, pagamento adiantado como de praxe, problema algum para quem escolhia um homem com tanto respeito no submundo. No caminho gabava-se de quão bom era, a encomenda fora mais fácil que pensava. Não havia motivo para tanta preparação para apagar Andy Baley, um burguesinho de merda metido em dívida de drogas. É claro que a coleta que tinha com as prostitutas de luxo facilitava, conseguia informações valiosas, e suas vítimas eram pegas por seguir sempre o mesmo roteiro: jogar nos cassinos, se entupir de drogas e depois trepar com algumas garotas em um hotel qualquer. Riu, ao lembrar-se do idiota se borrando todo, com a 45 enfiada até o talo na garganta. E a arma ainda quente, lhe aquecia confortavelmente a perna. Ao quebrar o primeiro quarteirão, deparou-se com alguns mendigos amontoados no beco, tentando vencer o frio com uma pequena fogueira. Passou sem ser molestado, o povo da rua conhece o perigo de longe, fareja a morte iminente como um cão ao seu alimento. Mas antes que pudesse deixar para trás o cheiro fétido e nauseante do local, teve seu braço segurado. Os dedos coçaram para sacar sua arma, mas se conteve e apenas com um movimento brusco puxou aquele que o abordara ao encontro dos punhos. Seus músculos relaxaram ao ver que era apenas uma velha, imunda e maltrapilha. &#8211; Não tem esmola hoje! &#8211; Na-Não quero esmolas moço. – disse a mulher pressionada no paredão gelado. – Quero apenas lhe dar um recado que o vento me trás. Ele riu. – Velha louca! Então conversa com o vento? Não seja tola! Hoje poderia ter sido seu último dia de vida. &#8211; Apenas escute a mensagem, moço. &#8211; Além de louca é burra? Não vê que ainda respira por pura benevolência minha? Tua sorte é que hoje estou sem tempo. Vá! Volte para o esgoto de onde veio. – disse ele batendo a cabeça dela contra a parede. A mulher, atordoada, saiu do caminho, mas antes que ele sumisse de vista, gritou: &#8211; Sim! Sim! A vontade dele era voltar e descarregar sua arma na cabeça da maldita mulher. Mas já era tarde e não podia perder o jogo. Seguiu para o metrô, que naquela altura estava completamente vazio. Sentou-se confortavelmente encostado na janela, duas estações e estaria enfim a poucos metros do bar onde freqüentava. Na parada da primeira estação entrou uma criança e sentou-se ao seu lado, T. estranhou ao ver o menino, o qual julgou ter no máximo dez anos, sozinho. &#8211; Garoto, não está fugindo de casa, está? O menino, branco como leite e trajado com um terno mal costurado, sequer olhou para ele. &#8211; Muito bem! Sua mãe deve ter lhe ensinado para não dar conversa a estranhos. Notando que o garoto não estava mesmo querendo papo, ou sofria de algum problema auditivo, virou-se para a janela. Sentiu um calafrio lhe percorrer a espinha, ao perceber que não havia no reflexo do vidro o pequeno companheiro de assento. Virou-se novamente para o menino e este com os olhos negros como a noite, berrou de forma descomunal. &#8211; SIMMMMMMMMMMMMMMMMMMM! Quase saltou do banco, e praguejou ao ver que estava sozinho no vagão. &#8211; Mas o menino, o menino&#8230; Foi tão real. Só podia ter cochilado&#8230; Mas fora tão real e tão&#8230; Tão&#8230; Assustador! Definitivamente aquela noite lhe parecia estranha. Queria chegar logo ao seu destino. Na saída do metrô, suas pernas ainda tremiam. – Porra, era só um garoto! Era só uma merda de pesadelo. Bruxa filha da puta, devia ter quebrado-lhe os dentes. Não! Não! Devia ter-lhe rachado a cabeça. No bar, enfim sentiu-se em casa, lá havia rostos familiares, por mais que T. fosse reservado, ali se soltava e trocava até algumas palavras com o balconista. Após o cumprimento amigável, foi servido com o velho Black Label de todas as noites, o gole desceu suave, seguido por um demorado trago no cigarro. E na tevê postada em um suporte no canto do bar, os Knicks entravam em quadra. Era um jogo decisivo, poderia levar seu time à tão sonhada decisão se passasse pelo Suns. Ele ficou tão preso ao jogo que pouco reparou (e foi o único no recinto que fizera isso) na loira de quase dois metros que adentrou no bar, trajando um tomara-que-caia preto. Mas essa não tirava os olhos dele, e com um gesto chamou o atendente do bar; este, após atendê-la, voltou ao balcão e sussurrou no ouvido de T: &#8211; Amigo, desculpe atrapalhar, mas creio que seja por um ótimo motivo, aquela loira maravilhosa que está sentada ali no canto, pediu que lhe entregasse este bilhete. Ele pegou o bilhete, e apenas sorriu discretamente. Tomou o resto do uísque que havia em seu copo, e o abriu. Dessa vez o gole pareceu travar na garganta tamanha a surpresa da mensagem. Em escrita bem consolidada apenas três letras recheavam o pequeno papel: SIM. T. virou-se para a mulher, e ela retribuiu com um largo sorriso. Intrigado, levantou e foi em sua direção, mas fora atrapalhado por alguns jovens que se amontoavam para ver o jogo. E nesse piscar de olhos a perdeu de vista. Olhou apressadamente por toda a parte, e mesmo os olhos treinados de um assassino frio e cruel não puderam localizá-la. Ela havia partido, e agora ele não estava delirando, se é que em algum momento estivera. O pequeno bilhete ainda estava em sua mão. Sentiu-se parte de uma brincadeira piegas, ou será&#8230; Será que alguém notou o seu pequeno serviço noturno? Estava confuso. E aquela situação atiçou seu nervosismo de tal modo, que fora meio que “sem prestar atenção em nada” para o banheiro. (Mantenha o controle. Mantenha o controle. Ninguém pode detê-lo. Você é o melhor no que faz. O melhor!) O pequeno banheiro do Massive’s Night, não era diferente dos banheiros de bares de qualquer subúrbio. A luz fosca amarelada dava um ar ainda mais sujo ao lugar, o cheiro de urina velha, misturada com um desinfetante barato qualquer, ardia nas narinas de qualquer um que ali adentrasse. Abriu sua calça e aliviou-se naquele mictório mal-cheiroso. Antes de lavar as mãos, retirou algumas folhas de papel toalha para cobrir sua mão. Não queria se contaminar com bactérias vindas de “paus sebosos”. Abriu a torneira e encheu as mãos, lavando em seguida o rosto, repetiu isso por duas vezes, e com os olhos fechados tateou o porta-toalhas. Enxugou o rosto com o papel, e quando abriu os olhos não viu apenas sua imagem. Além do seu reflexo, havia no espelho, escrito a dedo no vidro pouco embaçado, a palavra SIM. Passou as mãos sob a cabeça raspada, para enxugar as pequenas gotas repousadas, meteu a trava na porta e sacou sua pistola, antes de conferir se havia mais alguém ali. (Vocês não vão me pegar! Não vão! Estouro seus miolos antes que respirem, antes mesmo que possam piscar) Guardou sua arma novamente e saiu do banheiro. Desconfiando de todos que ali estavam, pagou sua conta, deu uma pequena conferida no jogo e saiu apressadamente. Sua cabeça estava a mil com tudo aquilo, e ele só queria ir para casa. Em sua mente uma voz estranha começou a sussurrar: SIM! SIM! SIM! SIM! Ele, no desespero, começou a andar mais e mais rápido, e aquela voz martelava em sua mente, em um ritmo cada vez maior. Ao passar em frente a uma loja de eletrônicos, teve a impressão de ver em todas as telas a mesma mensagem. Com o susto atravessou a avenida, e distraído não percebeu o Maverick azul que dobrara a esquina em alta velocidade, seu corpo fora atirado com brutalidade e seu sangue coloria de vermelho a calçada cinzenta. Estava consciente e sentia que não ia escapar com vida dali, pensou na ironia do destino, morrer de uma forma tão banal, pois, para um matador de aluguel como ele, morrer assim era quase uma humilhação. Quem o atropelou nem sequer parou para prestar socorro, e ele ficou ali, estirado por um longo tempo, sentindo a morte chegar lentamente. Tempo suficiente para ver sua vida passar como um filme, desde a infância até aquela noite, quando após subornar o zelador do hotel, entrou no quarto 105, e encontrou seu alvo completamente distraído na banheira, ele aguardava sua acompanhante. Mas mal sabia que essa, além de não aparecer havia lhe entregado para seu executor. &#8211; Serviço de quarto&#8230; – disse T. apontando a arma para Baley &#8211; Q-Quem é você? &#8211; Você deixou alguém muito, mas muito aborrecido garoto. &#8211; Mas.. &#8211; CALE A BOCA! CALE A MALDITA A BOCA, OK? (silêncio) &#8211; Isso, assim está bem melhor rapaz. Agora onde eu estava? Ah sim! Você deixou alguém muito aborrecido, e essa pessoa me pediu que viesse dizer isso a você. Mas, sabe como é, não sou muito bom com as palavras. &#8211; Na-Não pelo amor de d&#8230; &#8211; CALE-SE! – enfiando a arma na boca do rapaz – Não sou bom com as palavras, e vou resolver do meu jeito. Vou mandar você para o inferno. Quando chegar lá, pergunte ao diabo se tem um lugar para mim&#8230; Nas ruas, as pessoas começavam a chegar aos montes, gritando, se abraçando. Os fogos coloriam o céu. O Knicks havia vencido. Mas para T. isso não faria diferença&#8230; Era o fim da linha para ele. E a mensagem tão repetida naquela noite agora fazia sentido.</p>
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		<title>Não Durma</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Jul 2010 04:45:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Cooper</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Seu nome era Samira. Era uma bela garota nascida em Israel, pele morena, cabelos longos e lisos, olhos negros e profundos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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<p><img class="aligncenter size-full wp-image-10360" title="Lendas Urbanas 7" src="http://loucuramental.com/wp-content/uploads/2010/07/Lendas-Urbanas-7.jpg" alt="" width="500" height="100" />Seu nome era Samira. Era uma bela garota nascida em Israel, pele morena, cabelos longos e lisos, olhos negros e profundos.</p>
<p><span id="more-10359"></span>Parecia uma garota normal, mas tinha pesadelos. Terríveis pesadelos, cuja culpa colocava nas guerras de seu país. Quando ela completou quatorze anos, seus pais resolveram vender a casa e se mudaram para Londres, na esperança de ajudar a filha. Como estavam enganados. Nas noites que se seguiram, os pesadelos da jovem Samira ficaram ainda piores. Toda noite, ao fechar seus olhos, a escuridão tomava conta dela. Mas não era uma escuridão comum, era pesada e fria, como se não houvesse nada ali. E então aquela criatura aparecia. Era um homem, seus ossos aparecendo sobre a pele puxada, completamente nu e careca. Onde deveriam estar seus olhos havia duas órbitas vazias, como se eles tivessem sido arrancados, e sua boca tinha sido costurada em um insano sorriso eterno. Nos primeiros encontros, sentira pavor daquilo, mas ele nunca lhe tinha feito mal. Era seu guia. Ele a guiava pela escuridão até que ficasse mais clara. Mas o que via não era melhor. Passava por portões negros, para dentro das ruínas carbonizadas de uma cidade, impossível de dizer se era nova ou velha. Ali a escuridão estava viva, em formas indistintas cujos sorrisos eram as únicas coisas que pareciam reais. E havia pessoas. Pessoas que eram rasgadas pelas sombras, gritavam por piedade e tentavam correr, embora soubessem que não havia salvação. O estranho homem passava por elas sem se importar, e a guiava até o centro do lugar, onde estava o Palhaço. Era um homem de sorriso zombeiro e riso demente, com a maquiagem de palhaço borrada e pernas de bode que estalavam nas pedras. &#8211; Eles vêm pra cá, por que merecem estar aqui – dizia ele a garota entre risos. – Mas você não merece estar aqui. Não quer vir pra cá, então não durma! Era nessa hora que Samira acordava chorando. Mas não havia nada que pudesse fazer, já havia freqüentado todos os psicólogos, todos os terapeutas, e de nada adiantava. Toda noite, quando dormia, era levada pelo guia cego até o palhaço e ouvia as mesmas palavras que a faziam acordar apavorada. Uma noite, ainda seguindo o fiel guia, resolveu fazer-lhe uma pergunta. &#8211; Por que sempre está rindo, se não é feliz? O guia virou-se para ela, os buracos de seus olhos quase voltados na sua direção, mas não respondeu. Não podia falar. Então virou-se para a frente de novo e recomeçou a andar. Samira o seguiu, mas segundos depois, ele desapareceu. A garota entrou em pânico, olhando a volta à procura de seu guia, mas via apenas as sombras e suas vítimas. Parou, chorando de medo, rezando para acordar, mas continuava ali. Então ouviu os passos. Toc-toc-toc, o som de cascos batendo na pedra e chegando mais perto. O palhaço dos cascos de bode apareceu ao seu lado, com um grande sorriso maldoso. &#8211; Boa notícia – disse ele – Você merece vir pra cá. Vou te levar pra um passeio comigo pela minha terra. Samira deu um grito de pavor, dando-lhe as costas e desatando a correr. Forçava-se a ir mais rápido, como nunca em sua vida, mas os cascos estavam sempre próximos a ela. Depois de muito tempo correndo, acabou tropeçando e caiu. Quando levantou o rosto, o Palhaço estava a sua frente. &#8211; Deixe-me ver esses braços. &#8211; pediu, antes de segurar seus braços e com as longas unhas, cortar seus pulsos. &#8211; Pra você vir mais rápido, amorzinho. Você tem uma missão, merece vir pra cá. Quando viu o sangue escorrendo, Samira gritou ainda mais assustada, acordando. Por um segundo pensou que estava a salvo, mas então viu seu lençol manchado de sangue e os pulsos abertos. Seus pais entraram logo depois, e a levaram para o hospital. Os médicos cuidaram dos cortes, e a polícia interpretou aquilo como uma tentativa de suicídio, pois não era possível que alguém tivesse entrado na casa. Ou que um palhaço de seus pesadelos a atacasse em sonhos. Samira decidiu que nunca mais dormiria, para nunca voltar para aquele mundo de terror. Começou a tomar remédios para manter-se acordada, e nos anos que se seguiram, acabou se viciando neles. Com dezoito anos, não conseguia sair de casa, tampouco cursar a faculdade, apesar de sempre ter sido uma ótima aluna. Tudo para ficar longe dos demônios e de seus sorrisos diabólicos. Um dia, ficou sozinha em casa, e ao descer para a cozinha, encontrou o palhaço lá. Estava sonhando acordada. &#8211; Vou esfaquear seus pais. – ele disse, passeando em volta do fogão. – Você tem problemas, vão colocar a culpa em você. Vai ser divertido, não vai? Ele começou a rir, enquanto Samira chorou. Correu para o banheiro e abriu a caixa de remédios no chão. Todo o seu conteúdo se espalhou pelo chão, enquanto ela pegava desesperada três potes de pílulas. Entrou na banheira e tomou os remédio de uma vez. Fechou os olhos e nunca mais acordou. Quando seus pais voltaram e a encontraram, pensaram que a filha enfim conseguira se matar, e se sentiram culpados. Mas concordaram que ela estava em um lugar melhor agora, longe de tudo o que a apavorava. Como estavam errados. Eu estou com medo. Voltando para o mundo da escuridão, enquanto alguma coisa arranha a porta do meu quarto tentando entrar, me impedindo de fugir. O Palhaço disse que mereço estar aqui, para que descreva o que vejo pela janela. O que eu vejo são monstros de sombra torturando pessoas, com seus sorrisos malignos. E vejo Samira. Ela me contou sua história quando apareci lá pela primeira vez, vagando por aquele mundo. No começo, eu a achava muito bonita, mas logo apareceu careca e nua, implorando por ajuda. Eu tentei lhe explicar que não podia fazer nada, só podia ir para lá quando dormia, e, não sei explicar, achava que isso deixaria o palhaço furioso. Dias depois, seus olhos haviam sido arrancados. &#8211; Eu quero ver! – ela gritava para mim, mas sem me ver. – Eu preciso da luz! Da luz&#8230; Logo depois, apareceu com sua boca costurada em um sorriso assustador, e nunca mais falou nada. Mas isso já faz muito tempo, agora ela simplesmente vaga, sempre pelo mesmo caminho, mesmo sem ver, levando outras crianças até o palhaço. Elas a seguem, talvez porque sabem que ela um dia já passou por isso. Mas acho que Samira se esqueceu desse tempo. Acho que se acostumou a ser só mais uma criatura amaldiçoada a vagar sem ver, sem pedir ajuda. Condenada a sorrir naquele mundo do mal. O Palhaço diz que vou acabar como ela, se me pegar. Por isso tranco a porta e me escondo na cama. Ouço um rangido de porta sendo aberta. Toc-toc-toc. Viro-me e vejo seu sorriso maligno. Toc-toc-toc Eu não mereço me transformar em algo como Samira. Toc-toc-toc A minha história está acabando, mas ainda posso avisá-lo. Fique longe dos guias. Fique longe da escuridão. Fique longe do Palhaço das Pernas de Bode. Não durma.</p>
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		<title>A Lenda da Bruxa de São Bernardo</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Jul 2010 04:25:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Cooper</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Lendas de Bruxas]]></category>
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		<description><![CDATA[Antigamente, em 1602, esta cidade era frequentada por viajantes que vinham do porto de Santos, do Vale do Paraíba e de muitos outros lugares.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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<p><img class="aligncenter size-full wp-image-10206" title="Lendas Urbanas 6" src="http://loucuramental.com/wp-content/uploads/2010/07/Lendas-Urbanas-6.jpg" alt="" width="600" height="100" />Antigamente, em 1602, esta cidade era frequentada por viajantes que vinham do porto de Santos, do Vale do Paraíba e de muitos outros lugares.</p>
<p><span id="more-10205"></span>Reza a lenda que uma mulher chamada Sallani Mustari vivia aqui, e todos diziam que ela era bruxa, pois muitas pessoas desapareciam quando ela não estava em sua casa, e viam líquidos estranhos, potes com coisas muito anormais em prateleiras da casa dela. Mas principalmente, por causa do livro e do caldeirão que ela tinha.</p>
<p>Várias pessoas juravam que viram uma criança de mais ou menos 8 anos sendo esquartejada viva e os pedaços do corpo dela sendo jogados no caldeirão, enquanto Sallani dizia palavras em uma língua muito estranha e dava gargalhadas fortes e pesadas.</p>
<p>Na pequena &#8220;horta&#8221; dela, plantas desconhecidas cresciam, muitas com frutos de horrível cheiro e aspecto. Até que em um dia, a população daqui, revoltada com tanta brutalidade, resolveu chamar a atenção dos governantes e ameaçaram também enviar cartas a Portugal, pedindo a prisão ou a morte de Sallani.</p>
<p>Conseguiram no dia 31/10/1605 a morte dela, na praça pública, com um enforcamento seguido de esquartejamento e queima do corpo junto com os pertences. As cinzas foram jogadas na casa dela, e depois tudo foi queimado. Desse dia em diante, os moradores nunca mais tiveram sossego, sempre ouvindo gritos e vendo, como eles diziam, espíritos e fantasmas, e até gargalhadas iguais a da bruxa, altas e escandalosas.</p>
<p>No lugar da casa foi construído um posto de ajuda a viajantes, que mais tarde seria um dos primeiros hospitais de São Bernardo.</p>
<p>Esta é a lenda da bruxa de São Bernardo&#8230;</p>
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		<title>O degolado</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Jun 2010 04:25:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Cooper</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Lendas de Pequenas Cidades]]></category>
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		<category><![CDATA[Lendas Urbanas do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Sobrenatural]]></category>
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		<description><![CDATA[Na pequena cidade em que moro existe uma lenda que é contada de pai para filho desde muito tempo atrás, na época da fundação do vilarejo.]]></description>
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<p><img class="aligncenter size-full wp-image-10024" title="Lendas Urbanas 5" src="http://loucuramental.com/wp-content/uploads/2010/06/Lendas-Urbanas-5.jpg" alt="" width="500" height="100" />Na pequena cidade em que moro existe uma lenda que é contada de pai para filho desde muito tempo atrás, na época da fundação do vilarejo.</p>
<p><span id="more-10023"></span>Meu bisavô, enquanto vivo, contou esta história para mim e meus primos em sua casa numa noite de chuva.</p>
<p>A divisão das terras locais era feita por intermédio de cercas (método até hoje utilizado). Um dos descendentes dos três irmãos que fundaram a vila e dono da maioria das terras locais era um homem muito bruto e perigoso. Ele gostava de perseguir os viajantes incautos que invadiam suas terras sem querer.</p>
<p>Muitos homens foram mordidos pelos seus cães, ou perseguidos por ele e seus lacaios armados até os dentes e rindo debochados pela cara de medo dos coitados.</p>
<p>Meu bisavô contou que uma certa vez, um rapaz estranho vinha de passagem pelos arredores da cidade. O jovem entrou despropositadamente no território do fazendeiro, que logo que soube da situação pela boca de um de seus trabalhadores, desatou à cavalo em busca de divertir-se às custas da desgraça dos outros.</p>
<p>Os cães logo encontraram o rapaz, que descansava embaixo de uma árvore frondosa na margem da cerca de arame farpado que separava a estrada de barro que levava até a cidade da propriedade do homem.</p>
<p>O homem chamou a atenção do rapaz e disse que ele iria pagar o preço de ter invadido sua propriedade. Ele soltou os cães sobre o jovem que gritava enquanto tentava escapar dos ferozes animais. O homem observava alegre ao jovem sendo dilacerado pelos cães.</p>
<p>Nos últimos momentos ele chamou os cães e foi escarnecer o moço que se encontrava caído e empoçado pelo próprio sangue. O rapaz tinha em todas as suas partes as marcas dos dentes do animais. Ao perder as forças o morimbundo rogou uma maldição sobre o homem, dizendo que ele pagaria pelo resto da eternidade o que havia feito com ele e com os outros viajantes. Logo após ele morreu e foi deixado lá para apodrecer pelo maldoso homem que saiu dali perseguido por um medo incessante.</p>
<p>Meses depois, o homem foi realizar mais uma maldade com outro viajante. Mas desta vez ele não voltou. Os seus empregados encontraram seu corpo pendurado pelo pescoço na mesma árvore em que havia matado o peregrino da última vez. Nenhum de seus cães foram avistados nunca mais. E ninguém teve coragem de retirá-lo dali, pois seus olhos estavam arregalados e cheios de sangue, o que os fazia ficar vermelhos. Deixaram o corpo para a polícia retirar e averiguar.</p>
<p>Naquela época isso demorava muito e apenas no outro dia a polícia chegou ao local. Mas o corpo do homem agora estava no chão e sem a cabeça. Ninguém jamais soube explicar quem havia feito aquilo, pois ninguém teria coragem de ir até aquelas brenhas na escuridão da noite. A cabeça do homem foi encontrada dias depois boiando na enorme lagoa que dá nome à cidade.</p>
<p>Hoje as pessoas têm medo de passar naquele trecho da estrada, que agora é de asfalto, mas ainda passa do lado da árvore citada na história. Vários relatos afirmam ter visto um homem pendurado na antiga árvore, ou um homem todo ensanguentado sentado à beira da estrada, ou ainda latidos fortes nas noites mais frias.</p>
<p>Esta é uma das lendas urbanas mais conhecidas de minha cidade. As pessoas acreditam realmente que existe algo de sobrenatural naquele lugar e evitam passar por lá de madrugada.</p>
<p>Um fenômeno fantástico e uma história rica em detalhes. Acreditem se quiser, mas cada palavra aqui escrita foi retirada das histórias relatadas pelos moradores da região. E pasmem, o homem que morreu degolado era sobrinho do meu bisavô e dizem que a marca da maldição perdura até hoje no ventre de minha família. Será?</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-10025" title="degolado" src="http://loucuramental.com/wp-content/uploads/2010/06/degolado.jpg" alt="" width="367" height="400" /></p>
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		<title>Pocong</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Jun 2010 05:05:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Cooper</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
			
				
			
		
Pocong é um fantasma da Indonésia ou Malásia que dizem ser a alma de uma pessoa morta presa em suas roupas.
A mortalha do pocong é usada pelos muçulmanos para cobrir o corpo do morto. Eles cobrem o corpo com um tecido branco e laçam a roupa sobre a cabeça, nos pés e no pescoço.
De acordo [...]]]></description>
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<p><img class="aligncenter size-full wp-image-9821" title="Lendas Urbanas 4" src="http://loucuramental.com/wp-content/uploads/2010/06/Lendas-Urbanas-42.jpg" alt="" width="600" height="100" />Pocong é um fantasma da Indonésia ou Malásia que dizem ser a alma de uma pessoa morta presa em suas roupas.</p>
<p><span id="more-9819"></span>A mortalha do pocong é usada pelos muçulmanos para cobrir o corpo do morto. Eles cobrem o corpo com um tecido branco e laçam a roupa sobre a cabeça, nos pés e no pescoço.</p>
<p>De acordo com as  crenças nativas, a alma de uma pessoa morta vai ficar na Terra por 40 dias após a morte. Quando os laços não são desamarrados após 40 dias, dizem que o corpo salta para fora da sepultura para avisar as pessoas que a alma precisa que as amarras sejam desfeitas. Após os laços serem liberados, a alma vai deixar a Terra e nunca mais aparecer. Por causa da amarra nos pés, o fantasma não pode andar. Isso faz com que a Pocong pule.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-9822" title="Pocong_02" src="http://loucuramental.com/wp-content/uploads/2010/06/Pocong_02.jpg" alt="" width="425" height="319" />Abaixo você irá ver um video,talvez pode ser montagem OU NÂO</p>
<p><center><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="525" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/oiBEPw-M6Po&amp;feature" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="525" height="350" src="http://www.youtube.com/v/oiBEPw-M6Po&amp;feature"></embed></object></center></p>
<p>Este é um outro vídeo que exemplifica os Pocongs:</p>
<p><center><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="525" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/bF9c3xJP1gA&amp;feature" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="525" height="350" src="http://www.youtube.com/v/bF9c3xJP1gA&amp;feature"></embed></object></center></p>
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		<title>A Lenda de Guedes</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Jun 2010 05:50:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Cooper</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lendas Urbanas]]></category>
		<category><![CDATA[Textos]]></category>
		<category><![CDATA[Lenda de Fortaleza]]></category>
		<category><![CDATA[Morte de Guedes]]></category>
		<category><![CDATA[Sobrenatural.org]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma curiosa lenda que envolve a cidade de Cariré - CE, a 265 km de Fortaleza, fala de uma mulher que havia se perdido na mata durante dias, sem conseguir encontrar o caminho de volta acabou por falecer de fome e sede e ironicamente a apenas 200 metros de um açude.]]></description>
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<p><img class="aligncenter size-full wp-image-9601" title="Lendas Urbanas 3" src="http://loucuramental.com/wp-content/uploads/2010/06/Lendas-Urbanas-31.jpg" alt="" width="600" height="100" />Uma curiosa lenda que envolve a cidade de Cariré &#8211; CE, a 265 km de Fortaleza, fala de uma mulher que havia se perdido na mata durante dias, sem conseguir encontrar o caminho de volta acabou por falecer de fome e sede e ironicamente a apenas 200 metros de um açude.</p>
<p><span id="more-9599"></span>Pescadores relatam que quando vão pescar no açude, pode-se ouvir os gritos de socorro de uma mulher em meio a mata, outras pessoas em respeito a finada Guedes, construiram uma cruz no local onde ela foi encontrada morta. Algumas pessoas deixam lá pratos de comida ou garrafas com água e pedem pequenos milagres em troca, já levam velas e oram para que Guedes encontre a paz eterna.</p>
<p>Quando soube dessa história, fui visitar o local, e afirmo que realmente é um lugar de difícil acesso. O caminho é penoso e sem falar das mariposas que ficam em galhos baixos. Não pude comprovar se tudo que a população local relatou era real, porém cada lenda sempre guarda um fundo de verdade.</p>
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		<title>Disque-Amizade</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Jun 2010 05:34:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Cooper</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Textos]]></category>
		<category><![CDATA[Amizades Falsas]]></category>
		<category><![CDATA[Disque Amizade]]></category>
		<category><![CDATA[ET]]></category>
		<category><![CDATA[Garota Refugiada]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 1993 , Carolina era uma jovem de 19 anos , muito infeliz , porque seus pais eram muito rígidos . Ela não podia freqüentar barzinhos , nem danceterias e muito menos namorar . Por isto , no meio de suas colegas de faculdade , Carolina se sentia um E.T. A solidão sufocava cada vez mais esta garota , por isto ela se refugiava nas poesias que escrevia . ]]></description>
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<p><img class="aligncenter size-full wp-image-9425" title="Lendas Urbanas 2" src="http://loucuramental.com/wp-content/uploads/2010/06/Lendas-Urbanas-2.jpg" alt="" width="500" height="100" />Em 1993 , Carolina era uma jovem de 19 anos , muito infeliz , porque seus pais eram muito rígidos . Ela não podia freqüentar barzinhos , nem danceterias e muito menos namorar . Por isto , no meio de suas colegas de faculdade , Carolina se sentia um E.T. A solidão sufocava cada vez mais esta garota , por isto ela se refugiava nas poesias que escrevia .</p>
<p><span id="more-9424"></span>Mas , um dia num programa de rádio , ela escutou sobre um serviço telefônico chamado Disque – Amizade , onde as pessoas ligavam para o número 145 e faziam amizades por telefone . Então , Carolina experimentou este serviço e gostou . Às vezes , ela ficava declamando suas poesias para o grupo que estava na linha . Até que um dia , uma das monitoras deste serviço , entrou no meio de uma declamação e perguntou : &#8211; Aqui é a monitora , alguém precisa de ajuda ? Então , Carolina , respondeu : &#8211; Não , obrigada . Assim , a monitora disse : &#8211; Eu escutei a conversa do grupo e gostei das suas poesias ! &#8211; Sou a monitora Cláudia , podemos conversar ? Desta maneira , Carolina e Cláudia ficaram amigas . Toda a vez que Carolina ligava para o disque – amizade , sempre falava com Cláudia . Até que três meses depois , Carolina estranhou um fato : Cláudia não estava mais conversando com ela . Então , ela telefonou para a agência que oferecia o serviço de Disque – Amizade , e , falou para a atendente : &#8211; Por favor , eu gostaria de saber se a monitora Cláudia continua trabalhando no Disque – Amizade &#8230; Assim , a telefonista disse : &#8211; Só um minuto , irei verificar esta informação nos Recursos Humanos . Após três minutos , a atendente voltou e disse : &#8211; Lamento , a monitora Cláudia do Disque – Amizade já faleceu há dois anos . Depois desta informação , Carolina ficou assustada e pensou : &#8211; Como Cláudia pode ter falecido , há dois anos , se só há 4 meses estamos conversando ? Carolina ficou confusa , mas continuou ligando para o Disque – Amizade . Até que outro fato curioso aconteceu : Ela estava conversando com um rapaz , que tinha o pseudônimo de Samael , quando perguntou a ele : &#8211; Você tem um número de telefone particular para conversarmos com mais privacidade ? Assim , o moço respondeu : &#8211; Tenho sim é : 666 . Então , a garota exclamou : &#8211; Pare de brincadeira ! &#8211; Eu quero o seu telefone real ! Desta maneira , Samael , exclamou : &#8211; Eu já falei : é 666 !!!!! Assim , Carolina afirmou : &#8211; Então , eu desligarei o telefone e depois ligarei para o número 666 . E foi bem isto o que a jovem fez : ela saiu do Disque – Amizade e ligou para o 666 . Então , o número chamou duas vezes e na terceira vez , uma voz atendeu : &#8211; Boa – tarde , aqui é Samael ! Desta maneira , Carolina exclamou : &#8211; Como isto é possível ? ! Deste jeito , Samael disse : &#8211; Do mesmo jeito que sei que você está vestindo uma blusa vermelha , uma calça jeans e um chinelo preto . Então , Carolina notou que o rapaz estava falando a verdade sobre a sua roupa . Após isto , assustada , Carolina desligou o telefone . Mas , logo depois disto , o seu telefone tocou e a voz do rapaz disse : &#8211; Aqui é Samael ! &#8211; Nunca mais brinque com as forças do inferno ! Depois deste acontecimento , Carolina nunca mais ligou para o Disque – Amizade , mais conhecido como : 145 .</p>
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		<title>A &#8216;noiva&#8217; do bairro Baeta Neves</title>
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		<pubDate>Mon, 31 May 2010 05:10:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Cooper</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lendas Urbanas]]></category>
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		<category><![CDATA[Aparições]]></category>
		<category><![CDATA[Lendas de Bairros]]></category>
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		<category><![CDATA[Lendas de Noiva]]></category>
		<category><![CDATA[Lendas de Terror]]></category>
		<category><![CDATA[Lendas que da medo]]></category>
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		<description><![CDATA[Em 1993 eu passeava quase todas as noites com minha cadela pastor alemão na praça da igreja próximo à minha casa... Quase sempre eu parava para conversar com uma amiga de escola que residia a 50 metros da igreja.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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			</a>
		</div>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-9277" title="Lendas Urbanas" src="http://loucuramental.com/wp-content/uploads/2010/05/Lendas-Urbanas.jpg" alt="" width="500" height="100" />Em 1993 eu passeava quase todas as noites com minha cadela pastor alemão na praça da igreja próximo à minha casa&#8230; Quase sempre eu parava para conversar com uma amiga de escola que residia a 50 metros da igreja.</p>
<p><span id="more-9276"></span></p>
<p><img class="size-full wp-image-9278 alignleft" title="noiva" src="http://loucuramental.com/wp-content/uploads/2010/05/noiva.jpg" alt="" width="316" height="400" />Numa destas noites eu fui embora com minha cadela por volta da 23:00 h e minha amiga ficou no muro de seu sobrado aguardando sua irmã chegar com o namorado; Por volta de 23:30 ela olhou na direção da igreja e viu uma figura vestida de noiva muito esquisita, segurava a parte frontal do vestido acima do joelho exibindo um par de pernas &#8220;muito cabeludas&#8221; segundo a mesma, ela julgou tratar-se de um travesti pois andava com &#8220;jeito de homem&#8221;.</p>
<p>Nisso sua irmã chegou com o namorado e ela viu o vulto da noiva dobrar a esquina da igreja, imediatamente pediu pra subir no carro do cunhado e dar a volta pela igreja para confirmar que figura esquisita era aquela; Deram várias voltas pelas ruas próximas e sua irmã zombou dela alegando que ela estava &#8220;vendo coisas&#8221;.</p>
<p>Chegando em casa ela &#8220;desafiou&#8221;, chamando aquela criatura para aparecer novamente se fosse uma entidade ou espírito querendo algo; Imediatamente ouviram várias batidas na porta do sobrado. Então subiram correndo para o quarto da mãe gritando feito loucas. Sua mãe abriu a janela do quarto da frente e não viu ninguém, acalmou as filhas, fez oração com elas ( evangélicas por sinal) e foram dormir.</p>
<p>Na manhã seguinte comentou com uma vizinha, moradora antiga daquela rua, e a mesma lhes disse que ela havia visto &#8220;A noiva&#8221;, uma moça que fora abandonada no altar pelo noivo décadas atrás e que se suicidara em seguida, aparecendo vez ou outra para algum &#8220;desavisado&#8221;.</p>
<p>Lembrei-me então que em algumas ocasiões em que eu passeava com minha cadela pastora próximo à igreja, ela (que era muito valente e agressiva) por vezes ficava com o pêlo eriçado e rosnava do nada, como a ver alguém (ou alguma coisa) que a deixava nervosa (sempre próximo à tal igreja).</p>
<p>Minha amiga é uma pessoa idônea, evangélica e não teria motivos para inventar tal &#8220;história&#8221;, e ainda por cima só ficou sabendo das &#8220;aparições&#8221; da tal &#8220;noiva&#8221; no dia seguinte à estranha aparição que presenciou.</p>
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		<title>A Morte do Papa e o Terceiro Segreto</title>
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		<pubDate>Mon, 24 May 2010 06:35:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Cooper</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lendas Urbanas]]></category>
		<category><![CDATA[Lendas do Papa]]></category>
		<category><![CDATA[Lendas Religiosas]]></category>
		<category><![CDATA[Lendas Urbanas Catolicas]]></category>
		<category><![CDATA[Morte do Papa]]></category>

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		<description><![CDATA[Como todos sabem , o Papa João Paulo II faleceu recentemente. [Mintira Fais tempo]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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			</a>
		</div>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-9097" title="Lendas Urbanas 10" src="http://loucuramental.com/wp-content/uploads/2010/05/Lendas-Urbanas-10.jpg" alt="" width="600" height="100" />Como todos sabem , o Papa João Paulo II faleceu recentemente. [Mintira Fais tempo]</p>
<p><span id="more-9096"></span>Mas , o que muita gente não sabe são as lendas urbanas que rolam entre a morte deste Papa e o terceiro segredo de Fátima , até hoje não revelado .<br />
Dizem que alguns religiosos , ao lerem este segredo, passaram mal , e , até hoje ele se encontra trancado num cofre no Vaticano .<br />
Alguns esotéricos afirmam que o terceiro segredo de Fátima fala sobre um Papa das trevas, que irá suceder João Paulo II depois da sua morte .<br />
Estes mesmos místicos dizem que este novo Papa obscuro , virá da África e que depois da sua posse , a Igreja Católica não será mais a mesma .<br />
Segundo estes esotéricos , haverá uma grande revolução no catolicismo . Porém , como o bem sempre vence o mal , a luz conseguirá acabar com as trevas e surgirá o Reino do Coração de Maria .<br />
Nada foi provado sobre isto tudo , porém como ocultistas devemos esperar o que acontecerá nos próximos meses .</p>
<p><strong>Obs : Esta matéria foi escrita antes da escolha do novo Papa </strong></p>
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